1.8.13

Confissões de coisas bobas ...

Vou parar ali na sua frente. Encarar-te. Sei que você vai sorrir sem jeito. Vai desviar o olhar. E vai sorrir sem jeito novamente. É exatamente do seu sorriso que gosto. Tão leve. Tão singelo. Adoro a forma tão cautelosa como parece observar tudo ao seu redor. A expressão quando me vê chegar (surpreso e espontâneo ao mesmo tempo). A sua concentração para me deixar impressionada. O modo como tenta resolver as coisas. O seu jeito de agir. A sua gentileza.

E eu fico só observando fingindo ler algo que não estou lendo. Só imaginando. Dá vontade de falar um monte de coisas. Mas eu espero. Eu penso. Eu fico aqui mais um minuto. E mentalizo te levar comigo. Levar-te pra passear. Sentar num lugar e ficar só nos dois e depois disso ... e se de repente for além? E se acontecer algo? E se gostar de verdade? E se sorrirmos juntos? Aí eu me derreto toda.


Coisa engraçada de fazer cosquinha no meio do meu coração ou seriam as borboletas no estômago? São coisas do ‘sem querer’. Você pensa que avaliou tudo, pesou todos os momentos da sua vida e se surpreende. Como mandar um sms as 15h00 da tarde, as 9h00 da manhã em algum momento ímpar e esperar pelo menos uma caretinha formada por pontuações. Coisas bobas né! Mas ando meio assim...

Foto: Devinart

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