11.5.09

Divagando ...


E derrepente ela esqueceu tudo.

Já não sabia quem era.

Se tinha amigos.

Quem eram seus pais.

Seu irmão.

O que fazia da vida.

Viu os campos se aproximarem.

O céu ficou mais azul.

O ar mais limpo.

Sentiu a calmaria envolver todo o seu corpo.

Esqueceu a rotina.

O dia-a-dia.

Não fez questão de batom, de perfume, de cremes de um pente no cabelo.

Seria ela mesmo.

Pensou.

Pensou.

Rompeu o silêncio.

Sorriu baixinho.

Depois deu uma gargalhada.

Arquitetou mil e umas loucuras.

E concluiu ...

Essa era ela mesmo.

Um comentário:

  1. Às vezes, necessitamos ficarmos sozinhos...

    ResponderExcluir

Poucas palavras ...