14.12.09

Pulserinha do sexo

Essa é boa (para não dizer ao contrário) vi na Revista Época, mas um daqueles modismos sem nexo ...

São pulseiras comuns, que qualquer garota usaria para ir ao colégio, feitas de silicone, em cores vibrantes e de aparência inocente. [...] Segundo um modismo que surgiu na Inglaterra e chegou ao Brasil recentemente, arrebentar a pulseira de determinada cor obrigaria o portador da pulseira a se submeter ao ato correspondente àquela cor. Pulseira amarela, por exemplo, equivaleria a um abraço. Pulseira preta, a sexo.

[...]Não se sabe como surgiu esse código nem como ele se espalhou entre os adolescentes. Na Inglaterra, as pulseirinhas ganharam o nome de shag bands (algo como “pulseiras da transa”). Lá também surgiu o jogo chamado “snap” (estouro, na tradução do inglês) e o dicionário de cores.

Come on baby ...

Essa paranóia toda me lembrou as teorias de um professor de História de um cursinho pré-vestibular. Ele bradava aos quatro ventos que a garatoda hoje era alienada, que usava essas camisas com anos (tipo 1989), sem se dar conta do que aqueles períodos e cores significavam. Segundo o teacher, muitas datas por exemplo representavam anos de massacre na história mundial.

Quanto as pulserinhas ... precisa de todo esse alarde?



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