5.1.09

Novas indicações, novos livros ...

A CHAVE DE SARAH

Tatiana de Rosnay

Julia Jarmond é uma jornalista Americana que vive em Paris há 25 anos e é casada com o arrogante e infiel Bertrand Tézac, com quem ela tem uma filha de onze anos. Julia escreve para uma revista americana, e seu editor pede que ela cubra o sexagésimo aniversário da grande concentração no Vélodrome d'Hiver - um estádio no qual dezenas de milhares de judeus ficaram presos antes de serem enviados para Auschwitz.

Ao se aprofundar em sua investigação, Julia constata que o apartamento para o qual ela e o marido planejam se mudar pertenceu aos Starzynski, uma família judia imigrante que fora desapossada pelo governo francês da ocupação, e em seguida comprado pelos avós de Bertrand. Ela resolve descobrir o destino dos ocupantes anteriores. É revelada então a história de Sarah, a única sobrevivente dos Starzynski a sobreviver.

A família de Sarah foi uma das muitas brutalmente arrancadas de casa pela polícia do governo colaboracionista francês. Michel, irmão mais novo garota, se esconde em um armário, e Sarah o tranca lá dentro. Ela fica com a chave, acreditando que em poucas horas estará de volta. Julia é então impelida a retraçar a sofrida jornada de Sarah em busca de liberdade e sobrevivência, dos terríveis dias em campos de concentração aos momentos de tensão na clandestinidade, e por fim seu paradeiro após a guerra. E à medida que a trajetória da garota é revelada, mais segredos são desenterrados.

Ao escrever sobre o passado da França com uma clareza implacável, Tatiana de Rosnay oferece em "A Chave de Sarah" um contundente retrato da França sob a ocupação nazista, revelando tabus e negações que circundam este doloroso período da História francesa.


A GUERRA DE CLARA

Clara Kramer

A incrível história da sobrevivente de um dos períodos mais tristes e violentos que o mundo já presenciou.

Uma mescla de "O Diário de Anne Frank" e "A Lista de Schindler". Assim a imprensa internacional define "A Guerra de Clara", livro baseado no diário da judia polonesa Clara Kramer – escrito em plena Segunda Guerra Mundial, ao longo dos dezoitos meses em que ela e os familiares viveram escondidos no porão da casa de um anti-semita, freqüentada por soldados da SS nazista, que preferiu abrigar uma família judia a vê-los morrer. Hoje octogenária, a autora retoma, com a ajuda do escritor Stephen Glantz, sua dramática trajetória em meio à insanidade do holocausto. Dos cinco mil judeus que habitavam Zolkiew antes da guerra, menos de sessenta sobreviveram – alguns, como Clara, para lembrar histórias que a Humanidade jamais deveria esquecer.

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